Histeria Transgénera

sexta-feira, agosto 24, 2018


      Este é um vídeo que já estava há algum tempo para vos mostrar. Para mim não me diz nada que eu não saiba, mas sei que o que aqui é apresentado é o "lado alternativo", o lado que ninguém mostra nem ninguém quer acreditar, mas é a verdade, pelo menos segundo a Dra. Michelle Cretella, presidente do Colégio Americano dos Pediatras.
      Ultimamente assiste-se muito à ideia de que a maioria das alterações em questões de género e preferências sexuais face ao comum deve ser protegido e pior, incentivado, porque a diversidade é boa por si só. E de facto na maioria dos casos este pensamento não está errado, na maioria dos casos, não neste.
      Como a doutora diz na curta metragem,  assiste-se a uma tentativa de acelerar os processos de mudança de sexo e, para felicidade nossa, isto ainda não se verifica no nosso país, ainda, porque, como todas as "modas", quando são implementadas nos EUA ou na Europa depressa aqui chegam. Têm havido muitas investidas políticas neste assunto, ainda recentemente o PS e o BE tentaram aprovar em parlamento que os adolescentes com 16 anos pudessem mudar de género a seu bel-prazer sem consentimento quer dos pais quer dos médicos...felizmente, o nosso Presidente da República mostrou mais sapiência que a maioria dos deputados.
       Começando pelo início...vou fazer a pergunta tabu: A transexualidade é uma doença? Bem, ela de facto foi retirada recentemente da lista de doenças por alguns organismos famosos da medicina. No entanto a definição de doença é a seguinte, segundo a OMS: "doença é a ausência de saúde, de um estado completo de bem-estar físico, mental e social". Segundo esta definição estas situações deveriam ser consideradas doença, pois de certeza que as pessoas em questão não têm um bem-estar social, para não falar de mental...então porque foi retirado da lista de doenças pelo mesmo órgão? É quase tão simples como triste, aquilo em que acredito é que até mesmo os médicos são influenciados pela opinião pública, a palavras como "chamar à diversidade de género doença é transfobia"...Não devia ser, mas é assim mesmo. Toda esta situação de chamar doença ou não pode parecer uma coisa subtil ou mesquinha, mas uma doença é tratada e uma condição é aceite...a prioridade deveria primeiro ser terapia na qual se incentivasse a preservação do sexo biológico e só quando isto não fosse eficaz e não houvesse alternativas é que se passava à componente hormonal e cirúrgica, pois não era possível a "cura".
      Tomemos o caso do "Andy" (do vídeo) como exemplo, ele era apenas uma criança perfeitamente normal mas que estava apenas confusa e a terapia familiar resolveu completamente o problema. Nos dias que correm haveria um grande drama na qual passa por talvez um médico a exigir tolerância dos pais para com o filho, muitas agulhas cheias de hormonas e meia dúzia de bisturis e pinças hemostáticas. Tudo a toque de caixa, pois, se assim não fosse, iria haver o suicídio de um adolescente pela certa. Este "Andy" seria desgraçado pelo "progresso" e pela "evolução" dos dias de hoje.
    

      Um ponto importante a tratar é o de que os bloqueadores de hormonas têm muitos efeitos secundários e são muito nocivos em idades precoces, para além de não terem sido testados em crianças. Um princípio da medicina aqui quebrado é "primum non nocere", primeiro não fazer mal. É certo que muitos fármacos têm efeitos secundários também, mas neste caso existem terapias, como já referi antes, que deviam ser implementadas antes de qualquer abordagem hormonal ou cirúrgica, até porque estas têm um grande sucesso no tratamento.
      A cirurgia de mudança de sexo é gratuita e emergente (agendadas com celeridade) em muitos países, dentre eles Portugal, e queria finalizar este texto com esta reflexão....É justo e ético darmos prioridade a esta cirurgia quando muitas pessoas em risco de ficarem cegas, surdas, ou até mesmo em risco de vida estão há muito à espera da delas? É justo e ético estes tratamentos serem gratuitos nos nossos SNS quando vacinas e muitos tratamentos para cancro e várias outras doenças não são comparticipados?
      "Nem sempre aquilo que vem depois pode ser chamado de progresso" - A. Manzoni (poeta e senador italiano)

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